Polícia prende em Imperatriz quatro suspeitos de crime de estelionato

A polícia prendeu na cidade de Imperatriz, a 626 km de São Luís, quatro suspeitos de crime de estelionato. Os golpes podem ter sido aplicados em outras cidades, o que renderam aos suspeitos mais de 500 mil reais. Segundo a polícia, um dos presos identificado como fingia Mateus Carvalho da Silva fingiu ter ganho um prêmio na loteria para enganar as vítimas.

Mateus Carvalho da Silva foi preso pela Polícia Civil na cidade de Estreito. Com a ajuda de um homem identificado como Douglas Barros Borba ele fez várias vítimas em diversos estados. Contra ele já havia um mandado de prisão expedido há um ano pelos crimes de estelionato e furto qualificado.

Segundo o delegado Carlos César Andrade a dupla já vinha sendo investigada há algum tempo pela a polícia. “Normalmente um deles finge ser uma pessoa mais humilde. Traz um bilhete qualquer de loteria federal ou coisa assim. Diz que foi sorteado e que é analfabeto; que não tem ninguém que o ajude ou não confia na família e que precisa de ajuda, e pedem o número da vítima, de cartão. As vítimas, por incrível que pareça, entregam e processa um empréstimo via eletrônico mesmo”.

Mateus que sempre usava o nome de Antônio fazia empréstimos em valores altos. O menor foi de 15 mil reais e o de valor maior chegou a 38 mil reais. As vítimas geralmente eram mulheres e idosas.

O delegado acrescentou que a polícia identificou Mateus depois que um dos empréstimos foi transferido para a conta pessoal do suspeito. “Eles chegaram ao ponto da ousadia onde eles conseguiram fazer um empréstimo na conta da vítima de cerca de 38 mil reais e só conseguiram fazer com que a vítima sacasse 12 mil reais, e muito confiante de que não seriam descobertos foi transferido nada mais, nada menos que 26 mil reais para conta em nome do próprio Mateus, em nome do próprio criminoso”.

Um possível terceiro integrante do grupo está sendo investigado. Três homens foram presos suspeitos de estelionato. Zoracildo Agno Severino, Alex Miguel de Jesus e Tonildo Pereira de Sousa se passavam por servidores da Receita Federal.

 
 Fonte – G1 MA

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