Polícia cumpre mandados de prisão contra acusado praticar roubos na Grande Ilha

Polícia cumpre mandados de prisão contra acusado praticar roubos na Grande IlhaA Polícia Civil do Maranhão, após oito meses de investigações, deu cumprimento a três mandados de prisão preventiva em desfavor de Márcio de Jesus Soares Rodrigues, conhecido como “Marcinho”, de 38 anos.

A prisão de Márcio de Jesus Soares foi realizada nesta terça-feira (16). Segundo a polícia, o homem foi identificado como líder de uma associação criminosa responsável por, pelo menos, quatro crimes de roubo na Região Metropolitana de São Luís.

Ainda de acordo com informações da Polícia Civil, o bando liderado por “Marcinho” praticou vários roubos em 2018, sendo: um roubo a empresa situada na Estrada de Ribamar, no dia 20 de abril; assalto a uma residência situada no Habitacional Turu, em 11 de abril; outro roubo a residência no bairro do Cohafuma, em 2 de junho; e uma tentativa de roubo a residência no dia 9 de junho, no bairro do Olho D’Água, ocasião em que parte do bando foi presa em flagrante, por equipes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV).

Saiba mais sobre roubo a residências.

Na tentativa de roubo a residência no Olho D’Água, Márcio de Jesus Soares conseguiu fugir da ação policial, mas acabou sendo preso na última sexta-feira (12), em cumprimento a mandado de prisão oriundo do interior do Estado. E, nesta terça, a Polícia Civil cumpriu outros mandados de prisão contra Márcio de Jesus. Após as formalidades legais, “Marcinho” será reconduzido ao Sistema Penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil afirma que a associação criminosa, liderada por Márcio de Jesus Soares Rodrigues, já foi quase que inteiramente desarticulada, já tendo sido presos pela DRF e DRFV, além de “Marcinho”, os indivíduos: Josué Gusmão Sousa Júnior, conhecido como “Pé de Pato”; Willian Danclay Silva Pereira, conhecido como “Maiobão”; Lindomar Lopes Catanhede, o “Negueba”; Diego Sodré Pereira, chamado de “Xará”; Elegilson Serrão Reis, conhecido como “Bileu”; Diego Araújo dos Santos, o “Diego Diabão”; e Manoel Valdeci Martins Júnior, conhecido como “Manolo”.

Fonte: Imirante

Jornalista Gil Gomes morre aos 78 anos em São Paulo

Jornalista Gil Gomes morre aos 78 anos em São PauloO jornalista e radialista Cândido Gil Gomes Júnior, conhecido como Gil Gomes, morreu na madrugada de hoje (16) em São Paulo, aos 78 anos. Ele sofria há mais de dez anos de Mal de Parkinson.

Gil Gomes deixa quatro filhos e nove netos. Ele será enterrado hoje à tarde, no Cemitério Memorial Vertical de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

Famoso na crônica policial, Gil Gomes começou sua carreira aos 18 anos como locutor esportivo. Nos anos 90, fez parte da equipe do jornal popular “Aqui Agora”, no SBT, reforçando sua imagem de repórter policial com a entonação marcante de suspense em suas reportagens.

Ficou afastado da TV após ter a doença diagnosticada em 2005, tendo como última participação em um programa de TV feito por uma rede de farmácias em 2016.

Fonte: Imirante

Prefeita de São Vicente de Férrer é acionada por omissão de informações

em 9 de outubro, Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra a prefeita de São Vicente Férrer, Conceição Castro, e o secretário de Saúde do município, João Batista Castro, devido à omissão dos dois gestores em fornecer informações ao órgão ministerial.

Formulada pela promotora de justiça Alessandra Darub Alves, a ACP foi motivada por reclamação do Hospital da Criança de São Luís sobre a transferência de pacientes do Hospital Municipal de São Vicente Férrer para a unidade de saúde da capital.

Em três ocasiões, nos meses de junho, julho e setembro deste ano, o MPMA tentou receber um retorno da prefeita Conceição Castro sobre a queixa do Hospital da Criança, mas a gestora não respondeu ao Ministério Público.

AMBULÂNCIA

Nos meses de junho e julho de 2018, a Promotoria de Justiça de São Vicente Férrer tentou obter uma resposta do secretário de Saúde, João Batista Castro, sobre a permanência de uma ambulância do município no pátio de uma oficina em Viana por mais de 30 dias. A prefeita também foi instada a se manifestar sobre a questão e, da mesma forma, não forneceu resposta ao MPMA.

Um ofício foi encaminhado ao secretário (que recebeu o documento pessoalmente) e nenhuma resposta do gestor foi enviada ao Ministério Público. O órgão ministerial também tentou, em outras três vezes, reforçar a solicitação e o titular da pasta de Saúde do município não foi encontrado em São Vicente Férrer.

GESTÃO

Como parte das apurações do Processo Administrativo nº 17/2018, com o objetivo de verificar se o Município de São Vicente Férrer está habilitado em Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde, o MPMA encaminhou (e reenviou) um ofício ao secretário. Além disso, houve mais três tentativas. De novo, não houve resposta ao MPMA.

Ciente da situação, a prefeita também não respondeu ao Ministério Público.

“A omissão da prefeita e do secretário de Saúde em responder as requisições do Ministério Público dificulta o controle da aplicação de verbas públicas e a análise da qualidade dos serviços da área de Saúde que estão sendo oferecidos aos cidadãos de São Vicente Férrer”, relata a promotora de justiça Alessandra Darub.

PEDIDOS

Na ação, o MPMA pede a condenação da prefeita Conceição Castro e do secretário de saúde, João Batista Castro, por improbidade administrativa, o que implica em punições como perda da função pública; ressarcimento integral do dano; suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco a oito anos e pagamento de multa civil até o dobro do dano.

Entre as penalidades estão a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Promotoria pede que veículos pesados pare de circular em ruas de Viana

Devido ao tráfego constante e irregular de caminhões e caçambas pelas ruas São Benedito e São Miguel, do bairro Nazaré, o Ministério Público do Maranhão propôs, em 10 de outubro, Ação Civil Pública contra o Município de Viana, solicitando como medida liminar a imediata interdição do trânsito de veículos pesados nas duas vias.

A interrupção deve durar enquanto as obras de pavimentação, com blocos de concreto ou asfalto, não for concluída. A manifestação ministerial, assinada pelo promotor de justiça Gustavo de Oliveira Bueno, pede ainda que os trabalhos sejam iniciados no prazo máximo de 30 dias.

DANOS

Na ação, o promotor de justiça ressalta que o trânsito de veículos pesados está causando problemas de saúde aos moradores das duas ruas, principalmente respiratórios, devido à quantidade de poeira e areia que são levantadas pelo tráfego.

As caçambas transportam diariamente areia da localidade conhecida como Bom Lugar, na zona rural do município, para o Centro de Viana, onde a carga é entregue aos depósitos de material de construção.

O peso dos veículos e o da carga transportada também danificam a estrutura das galerias de escoamento de água da chuva e esgoto existentes na rua São Benedito.

Gustavo de Oliveira Bueno ressaltou que a Lei Municipal nº 281/12 proíbe a circulação de veículos pesados nas vias de acesso e em todo perímetro urbano de Viana.

Foi destacado ainda que, por mais de uma vez, o atual gestor se comprometeu a adotar medidas que resolvessem ou atenuassem os problemas das vias, mas nada foi feito.

Em resposta a ofício encaminhado pelo MPMA, em 25 de setembro de 2018, a administração municipal informou que a área seria incluída em um projeto de melhoramento de vias urbanas. No entanto, o promotor afirmou que a resposta “não resolve os anseios dos moradores da região, considerando a urgência e a situação de saúde daquelas pessoas”.

OUTROS PEDIDOS
A 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Viana solicitou também o encaminhamento de Manoel da Vera Cruz Diniz Ferreira, morador da rua São Benedito, para avaliação médica, bem como a prestação de todo o auxílio necessário, incluindo medicamentos, para a recuperação de sua saúde.

Igualmente foi requerida a condenação do Município à obrigação de fazer para realizar as obras de pavimentação das ruas São Manoel e São Benedito, no prazo de 60 dias. Em caso de descumprimento, foi sugerido o pagamento de multa diária de R$ 5 mil, valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos (FEPDD).

Promotor faz pente-fino em prestação de contas da obra da Via Expressa

Promotor faz pente-fino em prestação de contas da obra da Via ExpressaO promotor de Justiça Lindonjonson Gonçalves de Sousa, que responde pela 28ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, deu início a um pente-fino na prestação de contas relativas à realização da obra pública denominada Via Expressa, licitada, executada e entregue pelo governo Roseana Sarney, entre os anos 2011 e 2014, em São Luís.

Ao custo de cerca de R$ 125 milhões, a obra foi construída no período em que a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) teve pelo menos três titulares: o atual prefeito de São José de Ribamar Luis Fernando Silva (DEM), o ainda deputado estadual Max Barros (PMB) e o engenheiro José Raimundo Frazão Ribeiro. O primeiro, atualmente, é aliado do governador Flávio Dino (PCdoB). O segundo está prestes a terminar um mandato neutro em relação ao Palácio dos Leões.

Além de investimentos na implantação e pavimentação, a Via Expressa gerou também custos aos cofres públicos com outros tipos de serviços, como de prospecção e laudo arqueológico, produção e documentação e consultoria e supervisão da obra. Por este motivo, diversas empresas foram contratadas pela Sinfra, com destaque para duas que provocaram dispêndios milionários, a Engeserv Engenharia e Serviços Técnicos Ltda e a Construtora Marquise S/A.

No início do governo comunista, em março de 2015, após erosão que cortou uma das pistas da Via Expressa, o próprio governador Flávio Dino chegou a determinar a instauração de uma auditoria, com o auxílio do Conselho Regional de Arquitetura (CRE) do Maranhão, na obra de construção da avenida.

O resultado do levantamento feito pelo governo e o CRE/MA, porém, nunca foi tornado público pelo Palácio dos Leões.

Fonte: Atual7